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IA deve apoiar, nunca substituir atividade jurisdicional

Marco Sabino, sócio das nossas áreas de Resolução de Conflitos e Mídia e Internet, publicou artigo no JOTA sobre os limites do uso da inteligência artificial na atividade jurisdicional e os desafios que a tecnologia impõe ao sistema de Justiça.

No texto, o advogado defende que ferramentas de inteligência artificial podem contribuir para aumentar a eficiência do Judiciário, especialmente na análise de dados, organização de informações e apoio a atividades repetitivas. No entanto, ressalta que a tomada de decisões judiciais exige elementos que não podem ser reproduzidos por sistemas automatizados, como interpretação jurídica, sensibilidade institucional e avaliação das particularidades de cada caso.

Ao abordar o avanço da IA no ambiente jurídico, Marco Sabino destaca a importância de que a tecnologia seja utilizada como instrumento de apoio à atividade jurisdicional, preservando o papel central do julgador humano na garantia dos direitos fundamentais, da segurança jurídica e da legitimidade das decisões judiciais.

Leia o artigo na íntegra: https://tinyurl.com/2b36jby3